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Meu perfil BRASIL, Mulher, de 20 a 25 anos, English, Livros, Cinema e vídeo |
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Essa foto já é conhecida por milhares de pessoas. Em 1994, essa foto foi capa dos principais jornais do mundo e rendeu a Kevin Carter (o fotógrafo) o prêmio Pulitzer. Olhe bem para a foto e pense: é a foto de uma criança suja, fraca, agonizando de fome... uma criança agachada, com a cabeça decaída sobre o chão e bem maior que o próprio corpo, encurvada, pele e osso, disforme... e logo atrás desta criança, um imponente urubu, parado, imóvel, observando atento e pacientemente o momento de se apossar daquela vida que se está se esvaindo lentamente, sem esperança, condenada ao fim, o cheiro de morte faz do urubu um expectador ansioso e persistente. Esse fotógrafo fez, nada mais, do que voltar os olhos do mundo inteiro para a tragédia africana, que mostra com clareza a cara da morte no continente. E quanto a nós? Será que fazemos algo para mudar essa realidade que talvez esteja acontecendo em nosso país, em nosso estado, cidade ou bairro? Talvez isso não esteja acontecendo com tanta veracidade, mas acontece... e se você olhar para os lados, vai perceber que existe alguém passando fome... aí, bem pertinho de você! Acredito que esteja na hora de pararmos de reclamar de tudo... chegar em casa e achar que o arroz e o feijão que está lá não é suficiente para nós... olha a foto de novo e imagina quantas pessoas fariam qualquer coisa para estar no nosso lugar: ter um prato de arroz e feijão para saciar a fome! Escrito por Raquel
às 15h55 |
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Todo mundo sabe que agora a sensação do momento é esse tal de Orkut. Já rendeu matéria até nos telejornais, que inclusive, o Brasil é o país com o maior número de “orkuteiros”. É claro que depois disso eu não poderia ficar de fora... para fazer parte do grupo é necessário ser convidada... mas isso não foi problema. Intimei o Renato (meu amigo de SP) a me enviar o convite e, uma vez cadastrada, fui correndo verificar se havia algum(a) amigo(a) perdido por esse mundo afora. Mas vou confessar uma coisa: no meu primeiro dia como “orkuteira” já fiquei totalmente decepcionada. Um dos motivos é que o programa é muito lento; num curto espaço de tempo tive que fazer o “log in” por várias vezes, o que me deixou muito irritada. Mas o motivo principal é que eu não achei mesmo a mínima graça nesse tal de Orkut. Sinceramente, acho que bati o recorde, porque no meu segundo dia como “orkuteira” eu já estava desativando a minha conta. O Renato disse para eu ter paciência, afinal eu ainda não tinha adquirido o verdadeiro “espírito de orkuteira”, mas eu não esperei para ver no que isso ia dar e não me arrependo. Como diz o matemático que fez os cálculos em relação a quantidade de amigos que um “orkuteiro” pode ter, se resume a +/- 8 milhões (eu acho) de amigos virtuais, porém uma pessoa que não tem acesso a esse tipo de serviço, tem pelo menos 8 amigos “reais” com quem ele pode contar a qualquer momento... é o meu caso, tenho alguns amigos “reais” espalhados pela minha cidade, mas como não podia deixar de ser, tenho vários amigos virtuais adquiridos ao longo desses últimos anos através de e-mail e msn... é claro que fazer amigos é muito bom, mas se às vezes eu não tenho condições nem de dar atenção para os meus atuais amigos, imagina para 8 milhões... Escrito por Raquel
às 09h14 |
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Daqui, Escrito por Raquel
às 19h40 |